

Ganhei uma rosa, porém, a esqueci em cima da minha mesa.
Na realidade eu a deixei, pois não quis levá-la comigo.
Foi em um sábado, ainda lembro, dia 08 de março de 2008 o Dia Internacional da Mulher.
Peguei meu ônibus como de costume e lembrei da rosa, a visualizei em cima da mesa.
Bem mais tarde ao chegar em casa fiquei pensando...
Deveria tê-la trazido junto a mim, dessa forma teria ofertado a alguém, tantas pessoas merecem uma rosa e eu a dispensei.Preferi vê-la morrer, ou melhor, deixá-la morrer.
Na segunda-feira de manhã ao voltar para a empresa à primeira coisa que fiz foi ir ao encontro dela (a rosa).
Quando a vi ali jogada fiquei a pensar no egoísmo que me dominou naquele dado momento, preferi deixá-la morrer ao invés de ofertá-la.
Eu peguei a rosa, estava murcha, no entanto, ainda existia fragrâncias e beleza, machuquei minhas mãos com seus espinhos (Acho que ela se vingou de mim pelo que fiz com ela).Cortei o caule e a guardei dentro de uma agenda.
A guardei para sempre lembrar dessa crueldade que fiz.E com essa situação aprendi várias coisas, dentre ela posso destacar duas:
· Se por acaso um dia você não estiver bem, isso não lhe dar o direito de maltratar alguém.
· E no lado sentimental, analisei que se por ventura você não amar alguém da forma que essa pessoa o ama, não iluda - por mais que você já tenha ouvido Paulo Coelho falar que a ilusão é um dos maiores prazeres da vida – deixe-a livre para que possa ofertar seu coração a outro ser.
Na realidade eu a deixei, pois não quis levá-la comigo.
Foi em um sábado, ainda lembro, dia 08 de março de 2008 o Dia Internacional da Mulher.
Peguei meu ônibus como de costume e lembrei da rosa, a visualizei em cima da mesa.
Bem mais tarde ao chegar em casa fiquei pensando...
Deveria tê-la trazido junto a mim, dessa forma teria ofertado a alguém, tantas pessoas merecem uma rosa e eu a dispensei.Preferi vê-la morrer, ou melhor, deixá-la morrer.
Na segunda-feira de manhã ao voltar para a empresa à primeira coisa que fiz foi ir ao encontro dela (a rosa).
Quando a vi ali jogada fiquei a pensar no egoísmo que me dominou naquele dado momento, preferi deixá-la morrer ao invés de ofertá-la.
Eu peguei a rosa, estava murcha, no entanto, ainda existia fragrâncias e beleza, machuquei minhas mãos com seus espinhos (Acho que ela se vingou de mim pelo que fiz com ela).Cortei o caule e a guardei dentro de uma agenda.
A guardei para sempre lembrar dessa crueldade que fiz.E com essa situação aprendi várias coisas, dentre ela posso destacar duas:
· Se por acaso um dia você não estiver bem, isso não lhe dar o direito de maltratar alguém.
· E no lado sentimental, analisei que se por ventura você não amar alguém da forma que essa pessoa o ama, não iluda - por mais que você já tenha ouvido Paulo Coelho falar que a ilusão é um dos maiores prazeres da vida – deixe-a livre para que possa ofertar seu coração a outro ser.
